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17|06|2014


Mulheres têm anticoncepcional na rede pública

Além da preocupação com doenças sexualmente transmissíveis e HIV, que causa a Aids, o programa de redução de danos também atua na orientação a mulheres para evitar a gravidez indesejada.

As mulheres usuárias de drogas e em situação de vulnerabilidade social têm a possibilidade de acessar anticoncepcionais subcutâneos, aqueles que são colocados sob a pele e liberam o medicamento de forma contínua por um período determinado.

De 20 mulheres acompanhadas sistematicamente pelo programa, sete delas já usam o método. A colocação do medicamento foi feita logo após o parto.

Segundo Fátima Neves, coordenadora do programa, elas têm média de 30 anos e entre quatro e sete filhos. Apenas cinco estão na primeira gravidez.
"É um dilema moral, ético e que requer responsabilidade. A mulher precisa estar consciente", disse.

Em Ribeirão Preto, segundo a Assistência Social, são cerca de 500 moradores de rua. Destes, entre 95% e 98% é dependente de algum tipo de droga, situação que aumenta a propensão a doenças.

De 2009 para 2012, a incidência de novos casos de HIV positivo apresentou queda de 26,8% na cidade.

Em contrapartida, a incidência de sífilis aumentou, principalmente entre as mulheres usuárias. "Percebe-se que ainda existe o comportamento de risco, e um senso comum de que a doença está sob controle", disse a coordenadora do programa.

Fonte: Folha de S. Paulo

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